![]() |
| Visão da Ótica Flamengo em direção a Praça dos Palmares, do lado direito onde era a Cine Lux Observando a foto acima percebe-se as notáveis mudanças ocorridas na cidade de Maceió. O centro da cidade é um dos principais pontos de referência do local, por onde passa milhares de pessoas todos os dias. “Ladeira do Urubu”, “Beco do Sapo”, “Rua do Veado”, “Beco do Mijo” são nomes que originaram o Centro de Maceió no inicio do século passado, ainda como vila pertencente à antiga capital, hoje Marechal Deodoro. A cidade surgiu de um engenho bangüê de propriedade do coronel Apolinário Fernandes Padilha, no local onde hoje se encontra a Praça Dom Pedro II. Daí, foi crescendo, passando para povoado, vila, cidade e capital da província. A planta feita 1820, por engenhos franceses traçou as ruas do Centro, que permanecem com o mesmo traçado daquela época, seu alargamento, pontes ou viadutos. O escritor Craveiro Costa, em seu livro “Maceió”, conta a historia da capital alagoana, desde o Engenho Massayó, a capital do estado de Alagoas na década de 1930, quando por aqui residiam os escritores Graciliano Ramos, Jorge de Lima e José Lins do Rego. Felix Lima Junior retrata a capital em seu livro “Memórias de Minha Rua”, enquanto outros historiadores retratam Maceió como a capital de um Estado privilegiado pela natureza. Maceió prosperou tanto, que chegou à capital em 9 de dezembro de 1839, na gestão do governador Agostinho da Silva Neves. As ruas já tinham o mesmo traçado de hoje, e alguns bairros já surgiram. A antiga capital entrou em processo de decadência, e, antes mesmo da transferência, os governadores (presidente na época), residiam na vila de Maceió, onde também despachavam. As ruas centrais voltaram a ter seus nomes originais: do Sol, Livramento, Boa Vista, Alegria, Beco de São José, Beco da Moeda, Rua Nova e Avenida da Paz. As igrejas do século passado continuam preservando sua fachada. Algumas, já modificaram seu interior. Mas a Catedral Metropolitana e as Igrejas do Rosário e dos Martírios continuam com seus altares simbolizando a bela pintura imperial. A cidade modernizou-se no Centro, com a construção de edifícios de escritórios a partir da década de 1960. O primeiro deles é o edifício Breda. A Avenida da Paz, antes área residencial da burguesia, transformou-se em área comercial. Mas ainda tem quatro edifícios de apartamentos. As praças Deodoro e Sinimbu, que também serviam para construção de sobrados de famílias ricas, abrigam hoje casas comerciais, escritórios e repartições publicas. Duas praças foram destruídas: a dona Rosa da Fonseca, absorvida pelo bar do Chopp, e Napoleão Goulart, que foi destruída para ampliação do Clube Fênix Alagoana. ![]() |
Meu nome é Denise estou concluindo o Curso de Pedagogia pela Universidade Federal de Alagoas. A história de minha Jornada resume-se a palavra SONHO. Tudo fruto de um desejo que Deus permitiu que acontecesse. O mesmo Deus que permite cada um dos momentos da minha vida!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Terra onde eu nasci!
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário